Ria de Aveiro

A paixão que nos une

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Sobre a Ria

Ao longo dos seus 45 kms, a Ria, foz do rio Vouga, é uma das mais belas paisagens de costa em Portugal.

A Ria de Aveiro é perfeita para ver e sentir.

Se procura boas aventuras ou momentos de relaxamento o difícil vai ser escolher.

Visitar ilhas, ruas, salinas e praias. Ver a fauna e a flora através de percursos pedonais ou conhecer os segredos da região.

Ria de Aveiro

Da Ria nasceu e multiplicou-se um conjunto de setores e atividades indispensáveis ao desenvolvimento da região.

Desafiamos a criar uma experiência à sua medida e que corresponda à sua expectativa, podendo fazê-la sozinho, acompanhado ou família.

Mergulhe nos seus 45kms

Arraste para mover

Rio Levira

Este rio nasce a montante da povoação de Levira (Vilarinho do Bairro, Anadia). Aqui, um pequeno açude forma um espelho de água na margem do rio, muito frequentado por pequenas aves e até libelinhas, durante o Verão. Os azulejos que adornam a pequena rotunda da povoação demonstram a importância que o rio teve em tempos, ao alimentar vários moinhos de água onde se convertiam os grãos em farinha. Entre Levira (povoação) e a sua foz, o leito e as margens integram-se no SIC Ria de Aveiro, que promove a conservação de espécies e habitats, devido à sua vegetação ripícola bem conservada e a importância do Levira para vários peixes migradores que todos os anos deixam as águas marinhas e sobem o rio para se reproduzirem. No se curso final, o rio Levira encontra-se com o rio Cértima pouco antes deste se espraiar e formar a grande Pateira de Fermentelos.

Rio Boco

O Rio Boco nasce em Balsas, freguesia de Febres, em Cantanhede. No entanto, o seu leito só se torna mais visível a partir São Romão, já no concelho de Vagos. Perto da povoação com o mesmo nome do rio, na freguesia de Soza, existiu em tempos um conjunto importante de azenhas, os moinhos de grão, movidos pela força da água conduzida em levadas. Ao passar a vila de Vagos e até Ílhavo o canal alarga-se e é acompanhado por uma longa língua de sapal adjacente. As zonas inundáveis e a extensa vegetação de Bunho, Junco-das-esteiras e outras espécies são importantes áreas de refúgio e de alimentação para muitas espécies de aves durante todo o ano. Em tempos, era comum os moliceiros navegarem nestas águas, na habitual recolha de moliço para os campos agrícolas. Passando a ponte de Ílhavo, o Rio Boco expande-se pela Ria de Aveiro, até a sua união os tornar indistinguíveis.

Rio Caima

Este é um dos principais afluentes do Rio Vouga, na sua margem direita. Com 50 km de extensão, as suas cabeceiras localizam-se nos cumes da Serra da Freita, a quase 1000m de altitude. No seu curso este rio atravessa os concelhos de Vale de Cambra, Oliveira de Azeméis, Albergaria-a-Velha, e finalmente Águeda, onde as suas águas encontram as do rio Vouga, junto a Sernada. As suas margens são em grande parte ladeadas por amieiros, pelo Salgueiro-preto e até pelo Carvalho-alvarinho. Em áreas mais abertas, é comum verem-se alvéolas-cinzentas “à pesca” de insetos, saltitando entre os seixos.

Rio Teixeira

Apesar da sua curta extensão, com pouco mais de 13km, este rio era até muito recentemente considerado um dos rios mais bem conservados da Europa. O vale encaixado que percorre, formando inúmeras quedas de água e lagoas, tornou-o num dos rios mais lúdicos para a prática do Canyonning em Portugal. Este afluente do rio Vouga nasce em Manhouce, São Pedro do Sul, e desde que encontra a ribeira de Agualva, perto de Carregal (ainda em São Pedro do Sul), demarca a fronteira entre os distritos de Viseu e Aveiro até à sua foz. Atualmente, o troço final do rio, já no concelho de Sever do Vouga, é influenciado pela recente barragem de Couto de Esteves (a jusante do rio Vouga), que provocou o aumento do nível da água, criando um largo espelho de água e convertendo-o num local com potencial para desportos e atividades aquáticas.

Rio Gresso

Um rio inconstante, dependente da pluviosidade para criar o seu caudal, desce furiosamente pelas encostas, formando várias quedas de água. A força das águas, que descem mais de 700m ao longo do seu curto percurso (7 km), terá estado na origem do outro nome dado ao rio – Rio Branco – devido à cor das águas revoltosas. O rio Gresso nasce no cimo da Serra de Salgueiros/Arestal, a quase 800m de altitude e termina no rio Vouga, perto da povoação de Amiais (Couto de Esteves, Sever do Vouga). Alimentou em tempos muitas azenhas, em que a água era conduzida por levadas de pedra. Tanto as azenhas, como as levadas, ainda estão presentes no seu curso, uns em bom estado, outros em ruínas. As duas cascatas do rio Gresso, ambas perto da aldeia de Sanfins, são igualmente bons locais para o descobrir. Ainda subsistem imponentes castanheiros nas suas margens, relíquias que sobressaem no formoso bosque ripícola. As margens do rio são também habitat para o Lagarto-de-água e a Salamandra-de-pintas-amarelas, e no seu leito convivem o Melro-de-água e a Lontra.

Ria de Histórias

Ria de Todos

RIA DE AVEIRO WEEKEND REGRESSA ENTRE 8 E 10 DE JULHO

11 Municípios celebram a Ria de Aveiro com uma agenda intermunicipal de eventos gratuitos.


*Grande Regata dos Moliceiros decorre no dia 9

*Música, cultura e tradição durante três dias

O Ria de Aveiro Weekend (RAW) está de regresso à Região de Aveiro, com um programa de eventos que convida a descobrir o território através da cultura, do património, das artes, da música, das festas e da gastronomia. Entre 8 e 10 de julho, os 11 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) celebram em rede a riqueza da Região nas suas mais diversas expressões, com particular enfoque no recurso turístico de maior relevância da região: a Ria de Aveiro.

Destaca-se a Grande Regata dos Moliceiros, um evento histórico e emblemático que se realiza no sábado, dia 9, e que terá um programa próprio de animação, nos pontos de partida e de chegada, com atividades musicais e educativas, que convidam o público a viver esta icónica tradição, na sua singularidade cultural e popular.

Abre a candidatura “Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro” a Património da Humanidade

Este ano, logo às 10h30, no agora ampliado Estaleiro-Museu da Praia do Monte Branco, na Torreira, Murtosa, será apresentada à comunidade local a candidatura “Barco Moliceiro: Arte da Carpintaria Naval da Região de Aveiro” a Património da Humanidade. Segue-se o colorido Concurso de Painéis.
Às 14h30, a Grande Regata dos Moliceiros conta com 16 embarcações (a maior participação de sempre) que, de velas ao vento, prometem uma competição única, repleta de emoção e deslumbre no horizonte. A chegada a Aveiro, no novo Cais do Sal, prevista às 16h00, será acompanhada de uma parada de embarcações, com música ao vivo e animação, com entidades parceiras das Estações Náuticas da Ria de Aveiro. A Associação Náutica da Torreira coorganiza.

Promoção e ativação turística da Região, num programa de animação em rede

Para além da Grande Regata dos Moliceiros da Ria de Aveiro, enquanto evento âncora, o RAW concentra durante três dias, numa iniciativa estruturada de promoção e ativação turística da Região de Aveiro, um programa de animação em rede.

Promovido pela CIRA, integra uma agenda de eventos intermunicipal, que se desdobra pelos 11 municípios em variedade de oferta e de sensações, percorrendo terras de Águeda e Albergaria-a-Velha, Anadia e Aveiro, Estarreja e Ílhavo, Murtosa e Oliveira do Bairro, Ovar, Sever do Vouga e Vagos.

Consulte aqui o programa completo:
Programa Completo


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4 Julho 2022 11h00

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